Se algum dia pra ti,
fui só mais outro,
foi erro meu;
que eu não seja, por isso,
só mais outro.
O dia nasce,
o Sol brilha, não para mim;
sou só mais outro.
Cai a noite,
sem estrelas, sem luar.
Tento sonhar,
mas não durmo:
sou só mais outro.
Por ti transpiro, luto, me esmero.
Me deixa envolver!
Não me deixa ser,
só mais outro.
Se após o dia sem Sol,
a noite sem luar,
a minha luta, meu esforço,
eu for para ti, só mais outro,
que eu seja, para ti,
só mais outro.
sábado, 24 de outubro de 2009
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Maldito
Maldito seja,
em nada toque!
Nada aqui lhe pertence,
retorne às trevas, maldito seja!
Impuro e ingrato,
tudo lhe foi dado!
Tua palavra de nada vale;
impuro e ingrato, maldito seja!
Gritos surdos,
sussuros mudos.
Aqui se faz, aqui se paga!
Com tua vida, tuas armas,
Tua lei, teu jogo;
Maldito seja, aqui se paga!
Guarde tuas verdades,
aceite sua mediocridade.
Maldito teu carrasco lhe aguarda,
retorne às trevas.
Se apresse,
que o tempo passa.
Maldito tua vítima lhe aguarda,
apronte logo a navalha!
Tua lei, teu jogo,
aqui e agora.
De volta às trevas,
Maldito seja, aqui pereça!
em nada toque!
Nada aqui lhe pertence,
retorne às trevas, maldito seja!
Impuro e ingrato,
tudo lhe foi dado!
Tua palavra de nada vale;
impuro e ingrato, maldito seja!
Gritos surdos,
sussuros mudos.
Aqui se faz, aqui se paga!
Com tua vida, tuas armas,
Tua lei, teu jogo;
Maldito seja, aqui se paga!
Guarde tuas verdades,
aceite sua mediocridade.
Maldito teu carrasco lhe aguarda,
retorne às trevas.
Se apresse,
que o tempo passa.
Maldito tua vítima lhe aguarda,
apronte logo a navalha!
Tua lei, teu jogo,
aqui e agora.
De volta às trevas,
Maldito seja, aqui pereça!
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